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LABIRINTO DE DESENGANOS


Não queira mutilar
meus sentimentos
Impedindo-me de gritar,
através da minha pretensa poesia,
os versos tortos
que brotam da minha alma

Deixe-me só!
O nosso amor ruiu
A nossa paz fugiu...

Vá em paz!
Sem lágrimas,
sem mágoas e
sem ressentimentos

Melhor assim...
Não te prendas a mim
Não posso te amar
como um dia já te amei

Siga em paz!
Lembre-se apenas
dos bons momentos
que um dia
compartilhamos a dois

O nosso amor não resistiu.
Cambaleou...
Caiu...

Perdeu-se
num labirinto de desenganos
Vitima dos momentos insanos
Dos quais não conseguimos fugir

Vá!
Siga em paz!

Deixe-me só!

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Copyright © 2007 by Magno R Almeida